Continuando o estudo dos 5 ministerios…

E ele mesmo concedeu uns para apóstolos, outros para profetas, outros para evangelistas e outros para pastores e mestres,” – Efésios 4:11 
Bom, já escrevemos sobre apóstolos e profetas. Seguindo, à ordem do texto acima, vamos falar de um ministério que muitas vezes é menosprezado e colocado como algo sem importância para igreja.  Mas quero expor um pouco sobre este chamado, lembrando sempre do proósito pelo qual Deus levantou os 5 ministérios: amadurecimento da IGREJA.

EVANGELISTA:

Definição no Dicionário:

s. m.

1. Autor de um evangelho.

2. Nas igrejas protestantes, indivíduo que, sem ordens sacras, preside e dirige o culto.

3.Fig.Anunciador e preconizador de uma boa doutrina.
Definição no Dicionário Bíblico:

Pregador de boas novas. Esta palavra ocorre três vezes no N.T.

Algumas coisas que achei interessante ao estudar sobre todo o contexto da palavra evangelista, são as citações feitas sobre à mesma.

O evangelista é aquele que anuncia as boas novas. Creio que dentro de nós, como participantes da igreja e da nova aliança em Cristo Jesus, temos que ter um pouco disso. Creio que também faz parte do dia-a-dia de cada um dos outros 4 ministérios (apóstolos, profetas, pastores e mestres) falar e levar as boas novas. Mas então o que difere um cristão, que deve carregar consigo as boas novas, de um evangelista?

O evangelista tem um diferencial muito importante que é à unção ministerial. Esta unção acentua diversas características que desejo analisar contigo.

Analise o texto de Atos 6:3-5

Mas, irmãos, escolhei dentre vós sete homens de boa reputação, cheios do Espírito e de sabedoria, aos quais encarregaremos deste serviço;e, quanto a nós, nos consagraremos à oração e ao ministério da palavra.O parecer agradou a toda a comunidade; e elegeram Estêvão, homem cheio de fé e do Espírito Santo, Filipe, Prócoro, Nicanor, Timão, Pármenas e Nicolau, prosélito de Antioquia.”

Interessante o fato que estes homens foram designados para um serviço específico, separados como diáconos para ajudar na distribuição daquilo que estrava sendo arrecadado. Agora, repare bem que destes sete homens separados, dois homens (Estevão e Felipe) foram reconhecidos como evangelistas. O próprio Felipe é chamado de “o evangelista” (Atos 21:8). O título parece designar uma função missionária: o evangelista levava o Evangelho a lugares onde era ainda desconhecido, e assim facilitava os meios para uma instrução e organização mais permanentes. Timóteo também é mandado por Paulo fazer “o trabalho de um evangelista” (2 Tm 4.5).

Filipe, que foi chamado de “o evangelista”, era tremendamente usado por Deus e fluindo nos dons conseguia cumprir com o propósito de proclamar as boas novas. – Veja Atos 8:5-13

Creio que o que relata este trecho das escrituras é bem o retrato do que um evangelista precisa ter. Palavra e sinais acompanhando um evangelista. “As multidões atendiam, unânimes, às coisas que Filipe dizia, ouvindo-as e vendo os sinais que ele operava.” 

Outra coisa evidente é pregar sobre o reino. “Quando, porém, deram crédito a Filipe, que os evangelizava a respeito do reino de Deus e do nome de Jesus Cristo…” Havia sobre Filipe uma graça da parte de Deus.

O evangelista tem amor pelas almas e disposição de fazer o que for necessário para alcança-las. Que saibamos reconhecer, posicionar e apoiar os evangelistas em nossa IGREJA para amadurecimento e edificação da mesma.

No amor de Cristo,

Texto de CELSO BERTONI

 

abraços

Fernanda

Pelo Reino